17 Primaveras!

 
Hoje é um dia especial...
 
Hoje celebramos 17 anos de existência d'A Feminina!
 
A todas as que fizeram e fazem parte desta grande família e que contribuíram para que A Feminina continue viva e unida, um grande Obrigada!
 
"Parabéns por hoje e por todos os outros dias em que nos fazes sorrir e ser umas viciadas, que passam a vida a implorar por mais uma oportunidade de estarmos novamente juntas!"
 
Vida é vida, Tuna é tuna!

I Vai Rapariga - ISA


Sexta-feira, dia 19 de Abril, algumas Femininas chegaram ao ISA, o palco do "I Vai Rapariga", o primeiro festival de tunas femininas organizado pela Tunassa, Tuna Feminina do Instituto Superior de Agronomia. Entre músicas e jolinhas a voar, veio a hora da churrascada e com ela mais Femininas foram chegando.

Depois da jantaradas, aquecidas as vozes e afinados os instrumentos, A Feminina traçou a capa e cantou serenatas ao luar. Esperemos que o público e os caloiros do ISA tenham gostado da nossa Chamateia e Maria Lisboa.

Finda a Noite de Serenatas e como não podia deixar de ser, seguiu-se a festa onde A Feminina aproveitou para dar muitos pezinhos de dança e mostrar como se dança a Piradinha! Quando a música deixou de puxar por nós...muitas outras coisas puxaram..até tivemos de mandar parar os carros...

Sábado, após uma noite a recarregar baterias, A Feminina chegou ao ISA não a horas, mas antes do tempo (como foi possível?),  preparada para um passa-calles que prometia! De café em café, subindo e descendo as ruas de Alcântara sob o quente sol de Lisboa, A Feminina com os seus guias, tocou umas modinhas e animou por onde passou!

Terminado o passa-calles, foi em passo lento que regressámos ao ISA... O cansaço parecia começar a falar mais alto. Mas foi pouco o tempo para descansar ou recuperar...Já não estava assim tão longe a hora de subida a palco. Foi em passo acelerado que fizemos check-som e num ainda mais acelerado que jantámos...Não houve sequer tempo para ensaiar...Reviram-se pormenores e ouviram-se conselhos...o maior de todos: Divirtam-se! Foi com um sorriso na cara que entrámos e saímos de palco. Demos o nosso melhor e acima de tudo, divertimo-nos e isso é claramente o mais importante.

Para além do divertimento, trouxemos para a nossa sala os prémios de Melhor Pandeireta e Melhor Tuna. Parabéns a todas as Femininas e um parabéns especial às nossas ensaiadoras, Dantas, Pi, Montada, Reg e Cá. Foi merecido e foi graças a vocês!

Daqui seguimos para a festa para comemorar mais bons momentos vividos em família, vividos com A Feminina!

Obrigada Tunassa pelo convite! Parabéns por este primeiro festival... Que venham mais!

Obrigada Guias pela paciência e apoio constante!

Parabéns Feminina!

Lains e Leo

(Não, não estou grávida!)

O nosso projecto - O III Traçadinho

Em Setembro de 2012, há seis meses atrás, estabelecemos o compromisso de erguer uma ideia já lançada - a Terceira Edição do Traçadinho!
 
Hoje e falando pela maioria, posso dizer que não sabíamos no que nos estávamos a meter...
 
Os seis meses passaram a correr, logo agora que queríamos que o relógio acalmasse...Foram muitas ideias, reuniões, entrevistas, mails (muuuuitos mails), nervos, frustrações, imprevistos, actuações, boas notícias e surpresas... Foi o lançamento de um conceito do qual nos orgulhamos, o Pintar Lisboa de Roxo!
 
Na semana antes do derradeiro fim-de-semana, a faculdade transformou-se num formigueiro de Femininas, atarefadas e trabalhadoras.
 
 
Sem dar por isso, o momento para o qual tanto trabalhámos chegou...Durante dois dias cortámos contacto com o mundo que nos rodeia e vivemos somente para o Traçadinho!
 
A primeira noite do festival, a noite de sexta-feira, foi de recepção às tunas! As tunas convidadas chegaram em força à FFUL, do Porto a Legislatuna, da Covilhã a Encantatuna, e de Lisboa a Samarituna e a TFIST. Comida não faltou, bebida também não e o nosso desafio Freestyle de Pandeiretas e Estandartes pôs toda a gente a mexer. Soube bem ver a interacção e o convivío entre as tunas e também soube bem ver que só pela primeira noite, o trabalho já estava a ser compensado.

A noite foi longa mas o dia seguinte ainda seria mais e estava bem ali à nossa espera...
 
Sábado começou com uma churrascada n' A Voz do Operário, de onde as tunas partiram depois para o Passa-Calles. O percurso incluía quatro postos em cafés da zona e terminava no Miradouro da Graça. Aqui as tunas apresentaram a sua música para o Prémio Pintar Lisboa de Roxo e que lindas músicas...
 
Depois do passa-calles, regado como de costume, nada melhor que um check-som para pôr tudo em ordem e um jantar para assentar as ideias.
 
E já eram 21h... As luzes acendem-se e o festival começa!
 
O espectáculo não podia começar melhor...A TAFUL deu o ar de sua graça e foi certamente um óptimo pontapé de saída para o nosso festival. Obrigada pelo "musti", mas a dívida não está paga!
 
À TAFUL seguiram-se as tunas a concurso e os nossos convidados - os Tocá Rufar! Foi um prazer ver as tunas e um prazer tocar a nossa "Noite de Farmácia" ao ritmo dos Tocá Rufar!
 
Chegou a nossa hora...a hora de encerrarmos NÓS, o NOSSO espectáculo! A sensação de ver a Aula Magna praticamente cheia foi indiscritível. Todos os convites que fizemos vezes sem conta, foram aceites...o Pintar Lisboa de Roxo atingiu as pessoas...e ficamos felizes por isso! Esta foi sem dúvida uma das actuações em que nos sentimos melhor acolhidas pelo público...desde a mais velha à mais nova, a felicidade era visível na cara de cada Feminina. Acho que foi ali que nos apercebemos que o III Traçadinho deixou de ser um sonho, tornou-se uma realidade e estava a acontecer naquele momento.
 
 
Se há festival de Tunas, há prémios...
 
Passa-Calles - Encantatuna
"Pintar Lisboa de Roxo" - Encantatuna
Melhor Bairro - TFIST
Melhor Solista - Legislatuna
Melhor Instrumental - Legislatuna
Melhor Pandeireta - Encantatuna
Melhor Estandarte - Encantatuna
Tuna + Público - Legislatuna
Tuna + Tuna - Samarituna
Melhor Tuna - Legislatuna
 
Obrigada tunas pelo bom espectáculo!
 
Obrigada ao nosso Jurí, Vitorino Salomé, Diana Cangueiro, Élio Leal, Luís Duarte e Lígia Gomes pela presença.
 
Findo o espectáculo, as tunas e todos os que quiseram juntar-se a nós, foram encaminhados para a FFUL, onde a festa continuou. Boa música, bom espírito e a festa durou até o sol raiar, literalmente. Uma sensação de alívio e de trabalho cumprido despertou em nós, bem como o cansaço acumulado daqueles dois dias e da preparação da última semana. Agora que o III Traçadinho estava a terminar, olhávamos para todo o trabalho que nos tinha dado e perguntávamos "Valeu a pena?".E como diria o sábio Fernando Pessoa, "Tudo vale a pena, se a alma não é pequena!"... E com certeza que a alma d' A Feminina é bem grande porque valeu muito a pena. O III Traçadinho vai deixar saudades, mas as memórias que levamos dele são as melhores e hão-de permanecer por muito tempo.
 
Não podemos deixar de dizer Obrigada a cada Feminina que trabalhou e se esforçou pela conquista deste sonho. Houve pessoas que durante dias respiraram Roxo... Lidgy, foste uma delas, foste uma das mães deste projecto, foste o exemplo e impondo-nos o ritmo (sempre acelerado, claro) transformaste este festival em algo enorme
 
Um grande obrigada a todos os que ajudaram A Feminina a concretizar este sonho, a todos os que vieram ver e apoiar e até mesmo aos que se ficaram apenas pela curiosidade. A todos vocês, obrigada. Vemo-nos no IV Traçadinho...
 
Cá, Vilma e Leo