+1 = 18 ?!

Porquê que se juntam várias Femininas na FFUL numa certa sexta-feira de Maio?
   a) ensaio extra
   b) rituais tunantes
   c) soprar velas
   d) afinar instrumentos

Se bem que o Sarau se aproximava, e talvez nos fizessem falta um ou dois ensaios extra, e alguns instrumentos que insistem em pedir afinação a toda a hora, esta pergunta tinha duas respostas: mais em jeito de tradição do que de ritual, juntámo-nos mais um ano para soprar velas à nossa melhor amiga, agora maior de idade (e a ficar cada vez maior com a idade...!) : A Tuna A Feminina!


Se os instrumentos e a cerveja eram os do costume, em relação ao ano passado algumas mudanças se registaram: o jantar e a sangria este ano ficaram a cargo do Bar Papa Caloiros, o que significa que as candidatas foram poupadas às rondas de grelhador e bifanas e as caloiras se livraram de garantir que a sangria nunca acabava; contámos com a presença de Femininas que já assistiram a (bem mais de) meia dúzia de aniversários :)


Não faltou a música na esplanada, o vídeo e, claro, o bolo! E este ano, pela primeira vez, três gerações de magísteres a soprar as velas!


Para o ano 19, depois 20, 21… - que contemos muitos mais com ela: Parabéns Femi!

Panaceia: a cura para todos os males

Quem lá para o início da semana ouvisse dizer que a Tuna A Feminina iria curar todos os males no IV Panaceia e achasse que era mentira, estava enganado! Rumámos ao primeiro festival do ano longe de casa quando, a convite da TFMUC, as nossas eternas companheiras de Saúde, nos metemos a caminho da cidade dos estudantes: Coimbra!

As expectativas eram grandes, tão grandes que deram lugar a várias músicas em honra do IV Panaceia, e isto só durante a viagem! Terá sido a inspiração pós-serenata? (Obrigada pela invasão anTUNiA!)
  

E se com o mote de “Festival molhado é Festival abençoado” fomos recebidas, foi a nossa ‘Serenata’ Chamateia que, de capas bem traçadas, se fez ecoar na noite chuvosa, perante um público atento, no momento mais solene do nosso festival.


Mas nem a intensa chuva nos parou: passámos (prolongadamente) pelo Pátio das Químicas, onde “Bica Aberta” era o convite necessário para que se desse inicio ao convívio entre tunantes (e o copo cheio!), está claro!, e aí viemos a descobrir que há muitas homónimas de Femis por aí (um beijinho à Pascal, Migalha, Buraca, Vilma e Panda!), e pelo Nb onde se viajava pelo tempo com músicas de época, a noite acabou já dia – e ainda sob chuva - para a maioria de nós.


Quando ficamos a saber que um Passa-Calles vai, mais do que mostrar-nos à cidade, mostrar-nos a cidade a nós, especialmente se essa cidade for Coimbra, é impossível não embarcar nele com o entusiasmo de exploradoras – e nem buracos em sapatos ou pés molhados da noite anterior impediram A Feminina de, na companhia dos nossos colegas pré-farmacêuticos e guias da Imperial TAFFUC e sob orientação da Ana Lai da TFMUC, deixámo-nos maravilhar pela beleza da Universidade, e a atenção à História era tanta que não houve dificuldade em responder às perguntas ou corresponder aos desafios!


Depois de uma infusão de energia e boa disposição (obrigada Magister, és a melhor!), A Feminina subiu ao palco do Teatro Académico Gil Vicente pronta para, com alegria e improviso, dar o melhor de si ao público – e sob aplausos e gritos de incentivo (vai guias!)- representámos a nossa Lisboa da melhor maneira: trouxemos connosco o prémio Diana Morena!


Seguimos depois para a festa que igualmente à noite anterior tinha “Bica Aberta” e tivemos uma convidada muito especial: Dona Paula, mãe da Salgueiro, cá a esperamos mais vezes para fazer a festa connosco! E enquanto a festa estava a bombar e A Feminina a animar, eis que as veteranas, juntamente com uma candidata, foram desaparecendo para mais um momento marcante deste festival.
A nossa Princesa, devido à sua dedicação e vontade de dar sempre mais a esta nossa família, subiu mais um degrau na sua vida de tunante e deixou a sua meia roxa, passando a caloira desta nossa tuna, ganhando uma escadinha e uma madrinha (mãmã Rute emocionadíssima!)
Muitos Parabéns e que continues sempre com essa tua onda lady a arrancar-nos gargalhadas!

E porque o kharma não perdoa quem tenta abandonar o festival mais cedo, a Buraca teve algumas…dificuldades em sair do nosso alojamento...nada que uma veterana (com ajuda de uma dedicada candidata) não superasse; e quem perdeu foi ela, porque as que por lá se quedaram para almoçar tiveram hipótese de comer Mr.Pizza até dizer chega.


Se ao fim deste fim-de-semana nos faltou a voz, nos doeram os pés, espirrámos e viemos embora aos caídos, foi porque a missão do festival foi cumprida: à TFMUC fica um sincero agradecimento, aos Guias os esperamos cá pela capital, de Coimbra fica a saudade.

Capa negra de saudade
No momento da partida
Segredos desta cidade
Levo comigo p'ra vida

Irms&Montada

e A Feminina não pára!

Não há festival que não implique logística, ensaios, mensagens e coordenação (resumidamente, trabalho). Mas depois a recompensa é tão grande em espírito, diversão e companheirismo que acabam sempre por deixar saudades quando ficamos algum tempo sem os ter: e para estrear 2014, A Feminina passou pelo III Lusitana, a convite da Tuna Lusitana, para matar a saudade, com Lisboa como morada e palco.

Convívio na Universidade Lusíada e almoço pelas redondezas deram início à grande tarde que se seguiria: não fosse ela um Passa-Calles de desafios pela nossa Lisboa! De Alcântara aos Jerónimos podem ir quase1,5 km, o sol pode ter obrigado o termómetro a marcar mais de 20 graus (embora para algumas veteranas houvesse sombra), mas nada parou A Feminina quando chegou a hora de cantar e encantar quem por ali passasse, fosse turista ou local, em andamento ou paradas à frente do Mosteiro, ou até apaixonar os enamorados com a nossa Chamateia!
E como não há como actuar em casa, apesar de todas as dificuldades técnicas que brindaram a nossa actuação, enfrentámos os problemas e conseguimos trazer connosco os prémios de melhor Passa-Calles e melhor Pandeireta – e parabéns à Sara, Princesa e Pedrosa pela estreia em grande!. O cansaço era grande? Sim! Ficámos por ali? Não! E a festa no Kremlin não começou até A Feminina lá chegar... ;)




Nem passadas duas semanas, estava já A Femi a bombar em mais uma festa, desta vez do outro lado do rio Tejo, na Margem Sul, mais precisamente na FCT, a convite da Tuna Maria, em mais um Marias, nesta edição comemorando os seus 20 anos (Parabéns à Tuna Maria, 20 anos de alegria…) ao som de clássicos do Festival da Canção!

A festa começou sexta-feira, mesmo sem a presença de todas as tunas, mas A Feminina não faltou, e com o avançar da noite, a tuna foi vendo os seus números a aumentar, e a festa prolongou-se pela noite, ao som de clássicos, dando a adivinhar o dia que se seguiria: embora com algumas ausências, muitas foram as Femininas que se aventuraram num Passa-Calles em registo no mínimo diferente: entre arcos, cordas, puzzles e folia, houve tempo para banhos de sol e nem a Sardinha nos faltou, a festa foi completa!

Apesar do atraso, a aguardada subida a palco com uma nova formação fez com quem esta habitual experiência se revestisse de redescobertas – para algumas eram novas as pessoas do lado, para outras as do costume- mas lá nos conjugámos e alinhámos, trazendo connosco para o lado de cá da ponte os prémios de Tuna + Tuna e Melhor Porta-estandarte.





À Tuna Lusitana e à Tuna Maria, agradecemos do fundo do coração os dois fins-de-semana brutais! Mas como A Feminina não pára, não ficamos por aqui… ;)

Irms