E segue Setembro!

Jantar do Caloiro
Na noite de 18 de Setembro arrancámos para mais um épico Jantar do Caloiro, destinado a acolher os mais novos membros da nossa FFUL - os nossos caloiros - onde não faltou a animação constante e os já tão habituais momentos caricatos, e não tardámos em “regar” os nossos copos e brindar a mais um início de ano d’A Feminina!

Depois de muita azáfama, e chegada a tão esperada hora da nossa actuação - para algumas de nós, a primeira de muitas, e para os caloiros a primeira vez que teriam a oportunidade de conhecer “A Feminina” no seu melhor, o palco! -, as nossas vozes ecoaram por todos os cantos da Voz do Operário, animando tudo e todos ao som dos clássicos “Hino”, “Noite de Farmácia” e “Badibam”.
Mas foi com o “Maneio” que, como reza a tradição, pusemos os dotes de dança de caloiros, doutores e veteranos à prova!

E assim, com um sorriso gigante e orgulhoso, despedimo-nos de mais um Jantar do Caloiro com um até já...


Noite de Tunas

Um dos eventos mais marcantes da Recepção ao Caloiro, a Noite de Tunas é a celebração perfeita, epítome do espírito de diversão tunante.

E foi com esta expectativa que A Feminina seguiu para mais um jantar no Bar Papa Caloiros. A música e a amizade, como sempre, foram os motes da noite que muitas surpresas nos traria ainda: foi ali que foram anunciados os nomes das novas solistas - Parabéns à Márcia, à Sic, à Joana Antunes e à Beatriz Pinto que nos enchem de orgulho cada vez que se fazem ouvir! Para concluir o jantar da melhor forma, foram revelados os temas dos próximos festivais: no “Trovas”, este ano pelo Mundo, a viagem é até ao Extremo Oriente, e Ásia foi o tema seleccionado e na “Expedição” deixamo-nos levar pelo mundo do cinema sob o tema… Ficção científica!

Arrebatadas por tantas surpresas e fortes emoções, seguimos para o meio da multidão que já se ia acumulando.
Com a casa cheia, subiu a palco a nossa tuna convidada, a “Luz&Tuna” que brilhou e cativou o público! Também a “Est’Es la Tuna Feminina” que nos precedeu e a “TAFUL” que nos seguiu fizeram questão de marcar presença e de animar quem os ouvia. Na nossa vez, A Feminina mostrou o que valia - e com “Titula-me” e "Maneio” pusémos os convidados ao rubro, ao som de gritos de apreço e aplausos.

E se pensávamos que surpresas tinham acabado estávamos muito enganadas: Parabéns também à veterana Rute Henriques e à caloira Lains, que pela sua dedicação incondicional a esta tuna, são agora as novas chefes de naipe dos estandartes e das pandeiretas!

E com a alegria e boa disposição sempre presentes, lá se passou mais uma grande noite onde, sem dúvida nenhuma, o espírito tunantes prevaleceu!



As estreantes,
Carolina, Helena, Inês, Mónica e Rita

verbo: A Feminina

No dicionário pode ler-se que tournée significa viagem com itinerário determinado, realizada com finalidade recreativa ou artística. A conjugação com a palavra Feminina funciona como o novo acordo ortográfico: muda tudo.

Sem saber o que pôr na mala, perdes-te nas mil tentativas (não fossemos nós mil e uma) de levar o que não interessa.

Chegada a quarta-feira, sabes que o substantivo família vai fazer com que te levantes o mais rápido possível da cama e com que mates saudades do traje académico. Sabes que não vão existir ciclos de sono completos e que os banhos vão saber a pouco. Sabes que a única sobremesa que podes esperar se chama música. Sabes que a voz vai falhar de tanto gritar ou de tanto sentir. Sabes que vale tudo e continuas sem saber para o que vais.

Do Hip-Hop ao Kizomba, passando pelo Pimba e pelo Rock e sem esquecer o tão nosso Fado, estavam apresentadas as equipas que prometiam a emoção dos próximos 5 dias. Mas, para que não caísse em esquecimento que os instrumentos são apenas letras da palavra Tuna, que é só uma, parece que os ovos quiseram juntar-se a nós e lutar pela sua própria sobrevivência, até ao último dia. Estes, representavam assim cada conjunto de Femininas que tocam o mesmo instrumento (num dicionário de tunante ler-se-ia naipe). E por falar em naipe, há sempre peças que são fundamentais para que tudo corra melhor, mesmo que sejam de Porcelana - e foi assim que as violas ganharam uma nova chefe de naipe.

Meio perdidas em Veiros, no Alentejo, há uma Feminina que faz questão que nos sintamos ainda mais, em casa. E por isso, com sotaque alentejano e com a nova responsabilidade de tomar conta do naipe das flautas, quinta-feira refrescámos as ideias em casa da Sousa. À noite, o desafio entre equipas demonstrou que qualquer uma de nós conjuga o verbo rimar no pretérito mais-que-perfeito.

Sexta-feira, dia de conhecer Veiros, dia de caça ao Tesouro. Uma aventura, meia dúzia de enigmas e os “ainda bem que cá estão!” em tom acolhedor, que ecoavam nas janelas da vila, ditaram a vontade de ficar. E porque quando se é Feminina uma vez, é-se até ao fim, surge uma noite com terror à mistura em que, musicalmente falando, ninguém desafinou.

A Feminina somos nós que a fazemos. Mas porque a dedicação é crescente à medida que nos apercebemos que não é por acaso que Feminina e Família começam pela mesma letra, sábado foi dia de nos lembrarmos da meia roxa, da escadinha e da colher. Depois de um pós-almoço animado, com candidatas e caloiras a mostrar quem canta mais alto, as equipas deram asas à imaginação, aumentando o número de músicas que fazem parte do reportório d’A Feminina. Ao cair da noite, e porque a chuva não é impedimento, Estremoz não teve dúvidas que a Noite era de Farmácia, não fossemos nós A Feminina, uma tuna diferente que se apresentou ao som de mais um Maneio, não deixando ninguém parado.

Aquecidas pelo sol de domingo e com a saudade das histórias que ficam, sobra a vontade de querer mais e a certeza de que A Feminina pode mudar tudo, mas continuará sempre a ser conjugada num tempo indefinido, em qualquer lugar e de todos os modos por TANTAS pessoas. Em algumas meias roxas sobra ainda o alívio de terem tomado a decisão certa, na hora certa. E se é para ser, que seja até ao fim.

Despertador

maio-maratona!

Se há coisa que não muda essa coisa é a agitação do mês de Maio d’A Feminina! Aqui fica um apanhado ;)

XIX Sarau Académico

Se na noite de 15 de Maio, algures pelos mares da Aula Magna, se cruzava em busca de um Tesouro Pirata, A Feminina não podia deixar de embarcar nessa viagem centenária!

E foi precisamente com o nosso Barco que começámos a actuação. E se 100 anos pedem Tesouros, trouxemos connosco duas surpresas – um instrumental renovado com um toque de antigamente e uma (nova) canção…do engate!

Com todo o prazer fizemos parte da celebração dos seus 100 anos, e para o ano lá estará A Feminina nos 101! Parabéns à AEFFUL, e obrigada pela noite e pela aventureira viagem!


Queima das Fitas 2014

Sob um calor abrasador, conhecido por torturar trajados por todo o país, 17 de Maio lavou a FFUL com as lágrimas de mais uma Queima das Fitas.
E se para a comunidade FFUL o dia era dos finalistas, cá pel’A Feminina essas eram quase todas caloiras: ao Pastel, Bate, Eliana, Sousa, Joana e Vet Namek ficam os desejos de que se deixem ficar por muitos anos, embora as fitas já se tenham ido!

Para quebrar a onda de choro, saudade e nostalgia, precedendo a também presente TAFUL, aventurámo-nos num repertório animado, e até os pais e familiares dançaram o Maneio… ;)


Arraial das Palmeiras

Como quem comparece a um evento sempre marcado (e marcante), não pudémos deixar de tomar parte na última noite dos caloiros antes da sua passagem a pastranos - o Arraial das Palmeiras!
Com os habituais hits, A Feminina mostrou mais uma vez que é a tuna que anima, dando à fornada de futuros pastranos um início animado para a sua inesquecível noite, e encerrando a Maio-Maratona de 2014 - para o ano há mais! :)

irma