I Traçado

Desde o ano passado a "cozinhar" qualquer coisa, foi em 2016 que a FFUL (e o resto do mundo certamente, tal não foi a publicidade) viu nascer um novo projecto com sabor a tradição d'A Feminina: bemvindo, I Traçado - o nosso econtro de tunas!

Muitas reuniões, ideias, e-mails (muitoooooss e-mails), nervos, atuações e idas à baixa depois, foi nítida a dedicação com que as “mais de 50” abraçaram este projeto, tornando o (inicialmente) sonho realidade - e no fim-de-semana que antecedeu o Traçado, o rebuliço de Femininas aterefadas e trabalhadoras na FFUL foi a ilustração disso mesmo!

Para nós, durante dois dias o mundo girou à volta do I Traçado, começando pela noite de sexta-feira na receção às tunas: as tunas femininas, TFMUC e Lusitana, e à (masculina) da casa - a TAFUL!

Seguiu-se o jantar no bar da faculdade, onde animação e comida não faltaram, e a bebida também em não - bem representada, entre outras e como não podia deixar de ser, pelo característico Traçado. Encheu-nos de alegria, orgulho e recompensa ver interação e convívio entre a tunas que proporcionámo, sentido sem dúvida que o esforço de tantos meses estava já a valer a pena.


Podíamos dizer que a festa continuou pela noite dentro, mas assim talvez não se passasse a ideia de que de manhã ainda durava o festejo! De coração tão cheio, nem sentimos o cansaço.

Reunir as tunas sábado na esplanada do bar para almoçar foi outro desafio superado - o almoço passou-se rápido, tal não era a ânsia pela tarde repleta de surpresas! Deu-se início ao peddy-paper, onde os tunantes aproveitaram para conhecer um pouco os cantos à casa enquanto percorriam os vários postos: de quizz e jogos musicais a desafios como o beer pong, diversão não faltou!

Para terminar a tarde, as tunas convidadas reuniram-se novamente para lanchar, num dos momentos de maior descontração e partilha tunante de que há memória, e tocaram-se várias "modinhas" conhecidas por todos até ao pôr-do-sol!


Com a garganta seca de tanto cantar chegou o jantar, seguindo-se-lhe o momento mais aguardado da noite: as atuações.
As luzes acendem-se e o espetáculo começa - a estrear o palco da I Traçado, vindas de Coimbra, a TFMUC trouxe consigo muito espírito e a característica "saúde!", seguiram-se as atuações da tuna masculina da casa, TAFUL, da tuna feminina da Universidade Lusíada, as sempre presentes Lusitana,  e por fim da tuna Universitária do IST, TUIST.
Aproximando-se o fim do espetáculo, via-se que o público pedia por mais. Chegou então a hora d'A Feminina subir a(o nosso) palco do I Traçado.

Depois do nosso “Titula-me” e de dançarmos ao ritmo d’"O Maneio", já nos preparávamos para a despedida do público, quando os nossos amigos da TAFUL tinham ainda uma surpresa preparada para nós: um momento memorável e nostálgico da Acetuna (a "tuna mista") - sem dúvida, a repetir!
A sensação de estar em palco foi sem dúvida das mais especiais que já sentimos. Desde a mais velha à mais nova, a felicidade era visível na cara de todas e cada uma de nós. Foi ali que nos apercebemos que o I Traçado deixava de ser um sonho, tornando-se realidade.

Passámos para a festa, onde todos se divertiram (até de manhã, mais uma vez) e onde mais uma vez se fez notar o espírito de convivo entre tunantes!
Quando já todas pensávamos que a festa tinha terminado e que já tínhamos sentido todas as emoções possíveis, heis que surgiram mais surpresas: A Feminina ganhou não só uma nova Magister, mas também a sua primeira Vice-Magister - Que dupla! Porcelana e Barbie, enchem-nos de orgulho! Para vocês ficam os nossos sinceros parabéns e o orgulho de vos ver assumir tão valorosas posições. Deixamos a promessa de que não vos faltará apoio e força para a construção deste novo caminho.

Não podemos deixar de agradecer a cada Feminina que trabalhou e se esforçou pela conquista deste sonho, e em especial à Montada - tu, que mais do que ninguém, te dedicaste de corpo e alma a este projeto e foste o exemplo, impondo-nos o ritmo (sempre acelerado, claro) e transformando este encontro de tunas em algo enorme!


A ti, Inês Monteiro, farmacêutica, amiga, a nossa até então Magister, deixamos o maior e mais sincero “Obrigada”. Não há texto que conte a tua aventura, palavra que descreva a tua grandeza, música que fale da tua devoção.


Por estes anos que te entregaste a nós, sem limites ou barreiras, por avançares por cada uma e representares o verdadeiro significado de “família”, hoje, somos mais e melhores, somos UMA que tu uniste e fizeste crescer.

"Uma vez Feminina, Feminina até ao fim."


Natal é quando uma Tuna quiser

Como já é hábito por cá, as mais de 50 festejaram o seu Natal em Janeiro.

Acabada a época de exames (para algumas), A Feminina este ano rumou ao Mirantense para festejar o fim desta fase (que tende a dar cabo da cabeça a qualquer estudante) com o grande Jantar de Natal.
Entre copos e folia, a festa foi animada e prolongou-se noite dentro, com a grande novidade de uma vice-chefe de naipe das pandeiretas: parabéns à Madalena!

Depois de matar todas as saudades, foi altura da troca de prendas, este ano com a inovação da troca ser entre naipes, em que todos se esforçaram por se lembrar das tão famosas reivindicações que têm sido feitas, sempre com muita animação à mistura.

Com as prendas já trocadas foi hora de apagar as luzes e (porque não é só a Montada que é farmacêutica) assistir ao miminho que que foi preparado para as nossas Finalistas. Montada, Mareca, Fifi, Panda, Rute, Irma, Vilma, Cá, Dani, Conceição, Ponei, Filipa Graça, Regina, Mariana (e Teresa, mesmo sem o ser) um muito OBRIGADA por toda a dedicação e amor a esta tuna e muitos parabéns por esta grande etapa da vossa vida. A vocês a Feminina deseja a melhor sorte do mundo e deixa-vos sempre uma família com quem podem contar.


As horas foram passando e a noite foi-se prolongando sempre em grande festa bem ao estilo d’A
Feminina.
Com muita alegria desde a mais pequena meia roxa, que a usou pela primeira vez, à mais antiga veterana, todas regressámos a casa de coração cheio e com muitas histórias para contar.

Tej&Tunas'97

Sexta feira, 27 de Novembro, avizinhava-se mais um festival. Este vinha com um sabor especial pois era o último do semestre e assinalava o final de mais uma jornada d’A Feminina.

Começou da melhor maneira: um jantar na nossa casa (FFUL),no qual não faltou animação e brindes entre as mais de 50 Femininas que lá marcaram presença. E como não existe pretexto para faltar a um bom convívio, contámos com a visita de algumas veteranas mais velhas. O nosso espírito atravessou fronteiras e foi de braços abertos que recebemos a nossa candidata Espanholita de quem siempre sentimos saudade.

O aquecimento estava feito, vozes e instrumentos afinados! De capa ao ombro partimos em direção à ESTSEL onde a Est'es La Tuna Feminina, a tuna anfitriã, nos recebeu da melhor maneira e nos orientou para a festa que iniciou oficialmente o festival!

A noite passou e foi já na manhã seguinte que nos voltámos a encontrar na ESTSEL para almoçar. Seguiu-se um passa-calles (bem regado) pela faculdade onde nos foi possível conhecer e interagir com as outras tunas. Muita foi a cantoria e a diversão que nos acompanhou durante a tarde que antecipava uma noite a não esquecer.


Chegada a atuação, A Feminina subiu a palco recheada de alegria e decidida a dar um espetáculo que refletisse o trabalho desenvolvido nos últimos meses. Não vacilámos e foram três os prémios que trouxemos para a nossa sala: tuna mais público, melhor estandarte e melhor pandeireta! Ainda antes do fim do espetáculo o naipe dos estandartes ausentou-se para acolher a sua nova chefe de naipe: a Princesa (Ana Pereira).

A noite não ia nem a metade! Foi entre o barulho das luzes da festa que se fizeram desaparecer três roxinhas prontas a dar lugar a três merecidas escadas na lapela. Como resultado de um enorme esforço e dedicação, surgiram três novas caloiras na tuna A Feminina: Sofia Cruz (a não tão eterna candidata), Mónica Coutinho (Mó), e Helena Nascimento (Valquíria). Para elas deixamos os nossos sinceros parabéns!

E assim chegou ao fim de mais um festival marcado por inúmeras surpresas e constante alegria! Aguardamos ansiosamente o próximo! J


E uma vez feminina… Feminina até ao fim!