A todas... Um Feliz Natal!


e um grande e Feminino 2009!

VI Festafin

É verdade. Mais um semestre Feminino finda com as aulas de um primeiro que agora acaba. 2008 está perto do fim, e com ele grandes momentos se guardam na memória… Ao nível de um ano cheio de grandes marcos (porque o 1º de Março ainda está bem presente!), o último festival em que A Feminina deu o ar de sua graça foi deveras “para mais tarde recordar”!

O convite para ir a Idanha-a-Nova incluía um longo fim-de-semana, mas como as frequências e os testes desafiaram do lado da responsabilidade, marcámos autocarro só para sábado, bem cedo, com regresso marcado para as 3h da madrugada seguinte.

Mas porque um dia de festival não tem o mesmo sabor se não tivermos antes uma noite mal dormida, quisemos ir curtir a inauguração do Kaloiro bar, novo bar académico no Bairro Alto, onde o grande momento da noite ia ser presenteado com o espírito de farmácia, pela presença da TAFUL.
O ensaio acabou eram já umas 11h da noite… e porque o Bairro agora fecha as portas bem cedo, foi difícil providenciar a ida das resistentes até lá… Lá “obrigámos” umas tantas candidatas a ir (já elas adivinhavam as tantas idas ao bar que as esperava), levámos as caloiras do costume e fomos veteraníssimas de capas traçadas até ao beco gélido nas ruas de Lisboa! A noite estava animada, e apesar de me ter esquecido da ginja prometida à minha Estrelinha, as caloiras que já nos esperavam no bar receberam-nos com o grande sorriso do costume! Confesso que só de pensar já me bate uma saudade do tamanho do mundo…
Depois da noite aquecer entre copos e guitarradas, ao som da TAFUL e da Tusófona, os olhares entre as “colheres” femininas foram trocados com uma cumplicidade que apenas nós conseguimos explicar… todas acenámos um sim com a cabeça. A hora tinha chegado.
Há coisas na Tuna que são planeadas desde muito cedo… Outras, são pensadas ao mais ínfimo pormenor, quando tudo tem de sair perfeito… Outras são apenas sentidas e desejadas com muita força… Algumas destas coisas são simples músicas que nos ficam no ouvido depois de passar na rádio, ou o tornar as pandeiretas pretas porque um dia pensámos nisso! Pode ser um Festival sonhado durante 12 anos… Outras vezes, é o presenciar a passagem de uma Tunante que merece mais que nunca uma noite de grandes emoções! Esta noite teve disso. Não que as outras passagens percam significado, e todas sabem o quanto nos dedicamos a todas a vocês, mas quando temos um “dedinho” na presença daquela pessoa na tuna, o reconhecer de uma dedicação imensa tem um sabor muito especial! E estar aqui a escrever sobre a passagem da minha mana deixa-me uma vontade imensa de sorrir! E porque para ti, mana, não fui capaz de dizer nada pelo calar das lágrimas, acho que te devo estas palavrinhas aqui no blog (visto que as palavras saem sempre dos meus pensamentos!). Quando às vezes vejo miúdas a dizer que não vão para a Tuna no 1º ano porque é cedo, ou que não vão no 4º porque é tarde, lembro-me sempre de ti… Um semestre inteiro a perguntar-te pelo violino guardado na casa de Faro, a mandar-te mensagens “erradas”… enfim. O facto de estares a 1 ano de acabar o curso não te parecia o convite mais prometedor do Mundo quando te dizíamos para ires para A Feminina. Mas foste. Raptaram-te a Maria e a Botas nos corredores, e lá apareceste. Em poucos dias, seguraste a actuação no Marias. Não foi tudo deveras espectacular… nós sabemos! Mas foi o primeiro passo para o teu melhor ano de faculdade! Ou vais dizer que não? É verdade. Desde aí, nunca mais falhaste à tua Tuninha e, desde aí, pudemos contar com o nosso violino, e mais que isso, com uma grande amiga, sempre presente! És um grande exemplo de dedicação e amor, ao instrumento, à Feminina e a esta grande família! Não é por acaso que tantos abraços se abriram à tua entrada na tuna, desde nós mais velhas, até às mais novinhas que, na sexta, ficaram até às tantas da manhã à espera para te dar aquele abraço… (e levar-te a ti e ao carro a casa!) Foi um orgulho ver-te receber a Escadinha com tão boa prestação e mais do que isso, da melhor madrinha que alguma vez podes ter desejado! Ou não fosse ela assim como tu! Quase que temos de lhe bater para ela ficar em casa a curar uma doença marada, em vez de ir ao Festival com a Tuna! Vives A Feminina como nós Paxana, e mereceste mesmo muito este teu momento… assim como as emoções que tornaram a tua, uma noite tão especial (incluindo o teu estado final!)! Parabéns!

Com 1 ou 2 horas de sono, lá estávamos bem cedo à porta da FFUL (excepto a Botinhas, que teve o autocarro parado à porta para a ir buscar! Despertador… p’ra quê? Telemóvel ligado… Que é isso?)
Era já mais tarde do que o esperado quando partimos para Norte. Idanha recebeu-nos com um ar bem gélido! Um frio cortante, que até nos acostumarmos, vestidas num traje preparado para temperaturas pouco extremas, se tornava quase insuportável!
O almoço foi servido numa tenda! Nunca o estarmos tão apertadinhas numa mesa soube tão bem! O chamado calor humano!
A tarde foi bem longa… Foi-nos apresentado um plano de passa-calles que percorria 7 ou 8 postos! Fomos aos 7 ou 8 postos, muitos deles bares onde apenas nos ouviram os donos… mas sempre animadas, lá fomos pedindo uns finos, um vinho, um shotinho à maneira e até um Bolo Rainha para animar o sítio e aproveitar para fazer o nosso brinde! Foi uma tarde que de certeza iremos recordar por uns tempos!
A hora do espectáculo, depois de um jantar onde toda a animação era pouca para afastar o frio da tenda sem aquecedores, foi um tanto atribulada! O camarim foi dividido pelas 7 tunas a concurso, mais as da casa, por isso imaginem o quão difícil foi o ensaio nos 20 minutos que nos foram dados, mais a confusão de instrumentos que foi gerada… Enfim. De facto a parte menos boa do festival…


Independentemente de tudo, subimos ao palco e abrilhantámos uma noite em que a lista de tunas era interminável! Fomos a 4ª tuna a subir a palco, e o espectáculo, posso dizê-lo… deu-se! Acabámos o semestre em grande!
Porque há um prémio que reúne toda a união e o culminar da Amizade forte que se sente em palco, o Prémio de Melhor Tuna foi entregue, depois da Lidgy e da nossa Bebé arrecadarem o Melhor Estandarte! A invasão de Palco foi nossa!

Fechámos as portas do camarim que acabou só nosso, e enchemos os copos de Ginja… O nosso brinde foi acompanhado de uma grande nostalgia e uma já enorme saudade! No próximo semestre algumas das nossas femininas vão se afastar… e as saudades da nossa Salomé vão-se dividir pela Maria, a Inês e a Catarina que vão para Erasmus… e quem será que vai para fora de Lisboa estagiar das quintanistas?
O olhar sobre o futuro é incerto, e os vazios em palco vão ser difíceis de ignorar… mas a verdade é que podemos afastar dos colegas, acabar com os namorados, fazer sempre novos e bons amigos, mas a Família não podemos esquecer nem largar nunca! Por isso a todas só podemos dizer: até breve! A Feminina somos nós e vocês!

Obrigada a todas pelos momentos inesquecíveis que vivo ao vosso lado! Gosto de vos ver crescer! Não podia desejar melhor Família que esta que construímos juntas!

Frase feita ou não, esta é a nossa frase… Feminina uma vez, Feminina até eu fim! E nós… é até morrer!

Um Feliz Natal e um 2009 cheio de desejos concretizados e momentos Femininos de sucesso! O céu… é o limite!!

V Insula - Ponta Delgada, Açores

Podia dar a desculpa do jet lag, mas visto que já se passaram 2 semanas, sinto que cheguei ao ponto de qualquer desculpa soar completamente a falso! Diz que fomos aos Açores e ainda nem fotos aqui estão!
Faz precisamente hoje, dia 8 de Dezembro (segunda-feira), 15 dias desde que essa grande viagem se deu! Ainda me lembro de vir no carro a comentar que parecia que tínhamos passado semanas em Ponta Delgada, de tão poucas as horas que dormimos…

21 Novembro
Dia 21 de Novembro lá pedimos boleias aos pais, às mães (obrigada muito muito especial à da Bárbara pela paciência de esperar para saber se podíamos levar o acordeão e as bombas), aos irmãos (que fazem viagem até à faculdade para levar mais canalha), aos taxistas, … enfim. Toda uma panóplia de transportes que nos levassem ao Terminal 2 do Aeroporto da Portela. Aos poucos, o check in foi sendo invadido pelas capas negras da nossa tuninha, e o nervoso miudinho da viagem de avião foi crescendo. A espera pareceu interminável, mas a música deixou-nos disfarçar o pensamento que já pairava no palco do V Insula…
Srs Passageiros, apertem os cintos! O comandante vai ligar os motores e levantar voo… A viagem foi tranquila. À nossa espera, já tínhamos as meninas da Tuna Com Elas para nos dividirem pelos carros que nos dariam boleia até à Pousada.
Depois de conhecermos os guias, que há uns anos atrás foram meros espectros, lá seguimos até ao jantar na cantina. Estendemos as capas nas mesas do refeitório, e tomámos conta do sítio enquanto lá estivemos! Mais uma vez percorremos o novo repertório dos Deolinda, aliados a uns quantos “Pa po pe” e outras que tal.
As vozes estavam difíceis de controlar, principalmente devido aos inúmeros ouvidos entupidos que a aterragem tinha proporcionado. Entrar numa sala como a do Coliseu de Ponta Delgada mexe com qualquer pessoa. Para além de lindíssimo, era magnânimo, deixando uma sensação de respeito que quase nos deixou incomodadas. Íamos, ao contrário do que nos tinha sido avisado, ser as primeiras a actuar. Íamos praticamente abrir o espectáculo… o que para um festival de 2 dias, e sem check som, não nos deixa a maior sensação de confiança. Estávamos dispostas a dar o nosso melhor, e isso é que importava. Afinados os instrumentos, e com um contrabaixo bem maior e mais pujante que o da nossa Feminina, deixámos que o público Açoreano se enredasse no nosso Clandestino, enfeitiçando todo o Coliseu com as bolas de fogo que giravam em redor de um ponto mal definido, bem no centro do palco. Quando no final as luzes se acenderam, os aplausos de quem em silêncio ouviu a nossa solista, encheram-nos de sorrisos! Que público fantástico, acreditem! Difícil de descrever… Deixámo-nos embarcar e fomos de saída até ao nosso Amélie, seguido de um Molineiro onde a concentração foi imprescindível. Depois do venham mais 5 dedicado ao V Insula, o culminar da actuação com a troca de instrumentos do Ferreiro foi perfeito! Saímos felizes. Algumas lágrimas pela água de fogo derramada que deixou um palco escorregadio para as pandeiretas, mas acima de tudo a sensação de que demos o nosso melhor! O alívio misturado com o cansaço de uma longa viagem de avião, e uns quantos km a pé entre refeitório e coliseu, deixaram-nos acalmar enquanto assistíamos ao resto da noite, em que subiram ainda a palco a In’Spiritus Tuna e a Tuna Maria, a concurso, e da casa a Enf’intuna, Tuna Mista da Escola Superior de Enfermagem de Ponta Delgada. Recarregámos baterias para levar os instrumentos até à Pousada, andar da pousada até à Padaria para tirar a barriguinha de misérias e provar um bolo típico dos Açores, para ter força para, adivinhem!, andar até ao Bar, na Marina.
A noite foi comprida até chegarmos às nossas caminhas! Deixámos, nós veteranas, as pirralhitas ir dormir e, sem que ninguém se apercebesse, raptámos 3 meias roxas até ao jardim… a noite cerrada estava gelada, mas as emoções partilhadas, e que ficam apenas entre quem as viveu, permitiram passar por cima do frio e do cansaço. As nossas BusSnaita, XuxucaSnaita e PossuidaSnaita tiraram as meias roxas para receber a sua Escadinha de Caloiras! Como alguém disse… não é fácil ganhar o reconhecimento, e se ganhamos o título de Caloiras não é porque damos o nosso máximo… é porque demos o mínimo para lá chegar (que é bem mais difícil, acreditem)! Quando o primeiro degrau está subido, não há volta a dar! As exigências aumentam com as responsabilidades acrescidas! Parabéns, minhas meninas, por este grande passo… agora é mostrar que merecem cada vez mais! E sei que posso contar com vocês para isso! São e serão sem dúvida um orgulho para as vossas madrinhas: a Marta, a Joana e a Botinhas.

22 Novembro
Sábado recebeu-nos com bom tempo! Esperava-nos um longo percurso de Passe-calles… Andámos e andámos, sempre acompanhadas pelo Jota e o Ílhavo... E essa grande tarde chegou! Palavras de Ordem: finos e copos! Foram umas 4 horas non stop… e digo-vos! Fomos imparáveis! Os vários bares por onde passámos tinham provas… recordo-me dos 32 finos que bebemos entre todas, os 3 que a Bárbara deitou abaixo, a compilação de músicas Pimba e a música de solista que, com direito a introdução de Xutos, ofereceu ao júri presente uma Maria Lisboa que, àquela hora, só mesmo a Rita para cantar na perfeição! Dos bares, tinham de nos mandar embora porque para nós passa-calles sem música não faz sentido! Se era para parar, tínhamos de tocar! Se era para andar… tocávamos na mesma! Com o megafone sempre no máximo para distrair das dores de pernas que tanto “passeio” já começava a dar! E se o último bar oferecia uma esplanada cheia de cadeiras apetitosas, A Feminina não viu nem percebeu! Porque, numa desgarrada com a In'Spiritus Tuna e a Tuna Com Elas, parar os instrumentos era coisa que para nós não fazia sentido! Foi, sem dúvida, dos melhores passa-calles que já participámos! Foi o grande espírito de união e a amizade única que nos une que fez com que estas longas horas fossem, em cada minuto, acima do cansaço de poucas horas dormidas e longos km percorridos, brutais! Acreditem que são momentos como estes que fazem d’A Feminina a nossa Segunda Família!
Chegada a noite, o Coliseu Micaelense recebeu mais 2 tunas a concurso: a TFIST e a TFUFP, da Universidade Fernando Pessoa. A abrilhantar o espectáculo, os Tunídeos e a TAUA deram o ar de sua graça, ouvindo-se as 30 Femininas gritar bem alto pelo Jota e pelo Ílhavo, pandeireta e estandarte exímios da TAUA, como podem ver AQUI!!
O Coliseu encerrou com a actuação da Tuna com Elas, dedicada aos 5 Elementos, e que precedeu os minutos de agonia que acompanharam a entrega de prémios. Confesso que nestas alturas, a visão que tenho do palco é um pouco diferente daquela que têm as minhas meninas… Elas lá bem longe de mãos dadas a torcer por nós, e eu sozinha no palco… a sorrir feita parva, ou a bater palmas a prémios que nos fogem das mãos, ou ainda a dar saltos feita maluca (e sozinha!) quando dizem A Feminina! Lol! Confesso que o palco do Coliseu me recebeu bem =) o prémio de participação, Licor de Maracujá típico, foi usado para uns brindes com parte do júri e a magister da Egas Moniz! Lol! Enquanto os prémios iam saindo e os nervos aumentavam, lá aquecíamos a garganta para distrair da espera… o Tuna mais Tuna foi o último prémio a ser atribuído, por isso imaginem o quão longos foram aqueles minutos! Mas sim! Foi nosso! Porque vivemos e respiramos TUNA, todas juntas! E não há prémio que me rasgue maior alegria ou me faça dar salto maior em palco… A Tuna mais Tuna é A Feminina! Que orgulho!

23 Novembro
Porque o Domingo estava destinado ao passeio pela ilha oferecido pela Tuna com Elas, marcámos avião para o dia seguinte. O almoço, no tal bar da Marina, e ao qual fomos ter… a pé!, esperava-nos já, de forma a abrir o apetite para a viagem até às Furnas! Ao rigor de Tuna mais Tuna, fomos as únicas a ir trajadas, tal como os nossos incansáveis guias, que trajados apareceram para nos acompanhar por mais um longo dia! Confesso que é este espírito que me faz ter tanto orgulho e gostar tanto de vocês! Tuna é Tuna! E enquanto estamos a representar a Tuna e o Espírito Académico, o Traje é a nossa indumentária! Faça frio (e que frio fazia!), doam os pés (e andar km não ajuda!), estejam em uso já as camisas falsificadas (quem é que não guarda as camisas que não são oficiais para o último dia?), enfim! Lá fomos vestidas a preceito!
A Ilha de São Miguel é de facto extraordinariamente bonita, e o passeio, desta vez de autocarro, foi aproveitado para conhecer a ilha, tirar umas quantas fotos, cantar umas modinhas, e curtir a companhia umas das outras. Foi um longo e divertido passeio!
Chegado o fim do dia, fomos buscar as nossas malas à Pousada. Não podíamos pernoitar ali sem pagar a dormida, por isso a Tuna com Elas conseguiu-nos uma noite numa Associação, na qual tínhamos umas caminhas à maneira, casas de banho, aguinha quente prometida (mas que nunca chegámos a ver), ... enfim! Um cantinho bem prometedor! Aqui entre nós, ao lá chegar pensámos que tínhamos ido parar ao fim do mundo! Aquilo ficava na zona industrial, desterrado, e todo o lugar parecia um pouco macabro, ou não se lesse logo na entrada: “os meninos de bibe azul fizeram do sonho dos homens manhãs de trigo loiro.” Estranho, não?
Espalhadas as malas pelos quartos e escolhidas as camas, lá pegámos no guia que nos restava, o Ílhavo, para… não vão acreditar! ANDAR até algum sítio onde pudéssemos jantar!
Lá encontrámos uma cervejaria que nos recebeu, deixando a alegria contagiante tomar conta do lugar! Fizeram-se brindes, partilharam-se ideias, conhecemo-nos um pouco melhor naquele convívio convidativo! E se muitas carinhas ao cair do dia já mostravam um sono cerrado, não se fizeram ficar para trás e ganharam força para irmos até ao centro da cidade beber mais uns copos! Foi uma noite memorável, com praxes, copos, convívio com os locais e o acordar do Modo Fino Activo do Guia, que pacientemente nos acompanhou… até ao dia seguinte! Lá arranjou um quarto nos confins para dormir e não perder segundo ao nosso lado! Obrigada Ricardo pela companhia!
A chegada ao Dormitório era sempre acompanhada de uma visita aos salões… O órgão não parava de tocar, e a sala de pingue-pongue lá estava disponível para dar uns toques! Todo um potencial, acreditem!
A noite de Domingo só acabou quase ao nascer do dia, porque as Veteraníssimas da nossa Mui Nobre Tuna não dão tréguas! Exigimos um Hino das Caloiras e uma Oração ao CC das Candidatas! Parece fácil? Então nós tratamos disso… Tentem meter numa música umas tantas notas sem nada a ver, assim como umas quantas palavras sem sentido nenhum! Apesar disso, o raio das miúdas ainda nos surpreenderam com uma música bem bonita! Já a oração… Deve ter sido montada nos minutos que iam sendo mantidos acordados de hora em hora! Lol! Adorei chegar ao quarto e acordar a Paxana, que dormia abraçada ao violino! Aquilo é que é amor ao instrumento =)
Enfim… toda esta conversa para podermos todas as 13+1 Veteranas levar a ArrozSnaita e a DengosaSnaita até… bem! Uma passagem especial a Caloiras! Não preciso de dizer mais nada, porque já falei do que acontece quando se ganha o mérito de chegar onde chegaram! Resta um grande Parabéns e a esperança de vos ver sempre com essa presença tão forte em Ensaios, Actuações, Festivais, Retiros, Tournées… Grande orgulho para as madrinhas Sofia Afonso e Maria Paisana (que mesmo em Lisboa, esteve sempre connosco)!

24 Novembro
O texto já vai mais que longo, e por isso este dia dedico só à Dalila! Arranjámos um autocarro à borla devido à nossa Açoriana Feminina, e pelos contactos da nossa tesoureira Bárbara, e lá fomos, passeando sempre sob ordens da nossa Bandolim, até chegar a casa dos Pais desta menina que, como explicar?, prepararam-nos um lanche BRUTALÍSSIMO! Tão forte! Imaginem toda uma gastronomia Açoriana, espalhada por 2 mesas, com etiquetas e tudo! Melhor, impossível! Eu não consigo pôr por palavras! Juro! Obrigada DALILA!!!!!!!!!!

O final do dia levou-nos até ao Aeroporto de São Miguel… Nem parecia verdade que estes dias estavam a chegar ao fim… Já passava da meia-noite quando chegámos à nossa Lisboa…
Depois de tantas horas lado a lado, partilhando tantos bons momentos ainda frescos na memória, a sensação que nos envolvia era um misto de saudade e cansaço... Era difícil dizer "até amanhã" e seguir para casa... os dias de trabalho iam recomeçar, e estas intensas horas de pura adrenalina e cumplicidade entre as 30 chegavam ao fim.
Chegámos a casa. Cansadas... mas felizes!

Obrigada Açores, por estes dias FENOMENAIS!

Maria

V Insula - Foto Reportagem

VIII Xácara das Bruxas

Os instrumentos demoraram a estar prontos… Os estandartes fizeram novos esquemas na noite anterior, e a actuação só ficou definida horas antes, quando comprámos as velas, a Lígia treinou o fogo, roubámos a Lua do XIII Sarau e as tochas da nossa Mui Nobre. Era dia de Xácara das Bruxas e o ambiente foi pensado sob a pressão de um dia de Halloween passado. Iamos abrir a nossa actuação com uma estreia, sob um ambiente Clandestino na voz mais doce da nossa Tuninha…
Definidos os detalhes, fomos em frente sentindo o optimismo! Na Faculdade de Direito, já a Barítuna nos esperava.
Chegámos com a alegria de um passe-calles ainda a estalar-nos na alma. Fomos convidadas a pousar a bagagem, mas os instrumentos já estavam na mão e em força, não foi possível simplesmente pousá-los! Cantámos sem parar, bebemos uns finos para afinar a garganta (ou não), e esperámos pelas tunas que ainda estavam por chegar.
A tarde foi preenchida por um Party and Tunas personalizado, onde as provas que nos foram propostas foram sempre realizadas com o maior sucesso, premiadas com um copinho sabe-se lá do quê, mas que nos fez brindar sempre com o sorriso nos lábios. (Excepto na Tuna mais bebedoura, em que os copinhos bebemos, mas o prémio não levámos – só porque não queríamos deixar “ko” logo as duas ensaiadoras de uma vez =p)
Depois do check-som na nossa Aula Magna, onde o saudosismo e a nostalgia tomaram conta de muitas de nós, fomos até ao Bar Velho da FDL para uma grande jantarada! Ao jeito da Feminina nas ruas de Braga, o frango assado servido deu azo a umas tantas adaptações, numa mesa que, ocupando metade do espaço, se preenchia do nosso roxo de Farmácia! Não se engane quem não lá esteve, pois este não foi um jantar como outro qualquer! O brinde desta vez foi “especialmente especial”, quando de uma mala saltaram 40 copos de chocolate, cheios com a melhor Ginja de Óbidos! Provavelmente, o melhor e mais saboroso BRINDE que já alguma vez tivemos! Foi o primeiro passo para a grande noite que nos esperava! Para A Feminina, menos que o melhor é pouco!
Apresentou-nos a Damastuna, Tuna Feminina da Universidade Autónoma de Lisboa, lendo o nosso historial, que há tantos anos nos define… Baixaram-se as luzes.
Do lado direito do palco, uns pontinhos de luz percorrem o palco, parando em frente dos microfones. Contavam-se mais de 10. De repente, a escuridão. Um som que adivinhava a chegada de um qualquer acorde. E as violas dão o primeiro Sol à Aula Magna. O silêncio que se ouvia do público, deixava sentir o arrepiar que vinha do palco ao som do “nosso amor Clandestino…” Quase se esquecia de respirar, com medo de perder um qualquer segundo desta linda balada que oferecemos à nossa cidade de Lisboa... Parabéns Ritinha, pelo momento Mágico que nos fizeste viver!
Convidámos então o público a entrar no nosso Barco, e rumámos com a alegria que nos é impossível de conter! Içámos âncora com toda a força, e levámos o público numa actuação em que o difícil foi conter o riso ou a admiração: a perfeição das pandeiretas, a doçura da Lígia no estandarte ou a Buraca a mandar o dela uns 20 metros acima das cabeças não deixam mentir! Claro que a nossa Margarida não deixou o público adormecer! Ninguém esquece a língua mirandesa falada por 15.040 pessoas (pq nós já damos uns toques), a nossa claque a chamar por nós (cerca de 8 pais e 2 femininas), e claro…. Os homens rudes do campo, onde a novidade do próximo hit d’A Feminina ser o Calceteiro “matou” qualquer um! Sim Margarida, para ti também vai TUDO!!!!! Terminámos com o nosso Ferreiro, que há tanto tinha saído dos nossos palcos, mas que continua ainda a ser tocado com a maior animação, seja tocada no nosso instrumento, ou num outro qualquer que venha da ala esquerda na troca dos instrumentos! Foi lindo! Do princípio ao fim!
Subimos ainda a palco depois do intervalo para apresentar a Santantuna, Tuna Feminina de Lisboa, com o nosso Movimento Perpétuo a anteceder os acordes da nossa Maria Lisboa.
A felicidade já tomava conta de nós! Batemos palmas, coreografámos, não parámos as ondas nem baixámos os braços durante as actuações das restantes tunas! Não sei se foi da Aula Magna que nos abraçou precisamente 9 meses antes o nosso Traçadinho, ou o simples facto de estarmos juntas, numa união quase insuportável de tão forte que se faz sentir! É um sentimento único, que nos faz brilhar quando juntamos forças e sorrisos!
O final da noite, como alguém escreveu, igualou a dedicação dos dias! As mãos não chegavam para receber o Prémio das Pandas, dos Estandarte, o nosso sempre desejado TUNA MAIS TUNA (que a Barítuna fez questão de salientar que fora escolhido por unanimidade por todas, dado que andámos sempre a coreografar e a fazer palhaçadas o dia todo – bom ou mau?) e por fim, o grande Melhor Tuna, que levou a uma enorme invasão de Palco!

O resto da noite dá para imaginar: quase tão ao rubro como quando o Passe-Calles foi nosso em Braga!! Lol!
Vejam as fotos Aqui!

Mas as surpresas não se ficaram por aqui! Numa noite em que só uma grande actuação poderia aquecer a alma das Femininas, eis que surgiu uma nova Vetzinha entre nós! Sob uma chuva colorida de lágrimas e emoção, a nossa Marta ganhou o lugar da Colher junto ao coração de Feminina! Parabéns, excelentíssima veterana Marta Aldeia! =)

Não vou cansar-vos mais com o texto… as novidades não são muitas mais! Dar os parabéns a todas as Femininas que subiram a palco (inclusive a Sara e a Andreia que mostraram sempre um grande espírito!), um obrigada à Gui e à Mega pela presença, à Maca pelo apoio que nunca esquece, às Femininas que mesmo não podendo estar presentes mantiveram o pensamento em Lisboa, à Rita, à Pascual, a todas… É pouco. Por isso não vou dizer mais nada.

Vemo-nos dentro de dias no meio do Atlântico!

XIII Trovas

Eram cerca de 17h quando o nosso autocarro partiu em direcção ao Minho! Na Universidade Minhota, esperava-nos já um jantar de gala de requinte, com as entradas servidas e o vinho já espalhado pelas mesas! 4 delas foram Femininas, mas quando pegámos nos instrumentos e aquecemos as vozes, toda a sala se encheu com uma “Noite de Farmácia”! Desde o nosso Hino ao nosso mais recente Fado Toninho, demos, sem deixar margem para dúvidas, um tom de roxo e preto marcante a esta noite! No Bar Académico de Braga, esperava-nos uma noite Asiática! E lá fomos nós marcar presença até às tantas da manhã, numa festa cheia de convívio académico! As Tunas presentes primaram pela originalidade e pelo espírito! Foi bom rever a TUNAFE e a TFIST, que deram tanta cor ao nosso Traçadinho, voltar a estar com Aveiro e a Gatuna, que nos deram tão bons momentos no Festival que iniciou o nosso ano que passou, e conhecer a Atituna, que, apenas com 2 anos de existência, já marca tanta presença!

Ao chegar o dia seguinte, lá fomos à procura do destino “Almoço”… atrasámo-nos, perdemo-nos, mas lá chegámos! Depois da “paparoca”, voámos até ao Centro de Braga e logo demos início ao nosso Passacalles! Ferreiro, Fado Toninho, Cana Verde, Lata Amarela… Sempre com o Megafone na mão, lá fomos percorrendo as ruas gritando bem alto o Movimento Perpétuo e curtindo o dia de Sol que nos saudava!
Chegada a Noite, abrimos o XIII Trovas! Com um grande arrepio na espinha, um nervosismo quase incontrolável, mas com um grande espírito em Palco, içámos a nossa âncora e lá fomos nesta viagem até ao Norte! Começámos em Lisboa (Açores, vah! Com a Chamateia!!!), fomos até Miranda do Douro e terminámos em Braga com um Grande Venham mais 5! Foi uma grande actuação, onde o trabalho destes últimos dias se sentiu em força! Quando estamos presentes desde o início, conseguimos fazer o melhor! Acho que dá para resumir na palavra INCRÍVEL! (Prometo levar uma lista de sinónimos para as próximas actuações!!)
Os prémios vieram no fim, e o “Passa-calles foi todo nosso, olé olé!”!!... Pandeireta? Tudo Bem! Instrumental? Nada contra! Melhor Tuna? Sim Sr.! MAS! É no Passa-calles q’eu quero estar faxabor!!! Tun-tum TXX, Tun-tun TXX! Todo um repertório dedicado ao orgulho de mexer com as Ruas de uma Cidade!
Na discoteca Populous, tomámos conta da pista assim que chegámos! Lá estávamos as 38 a dançar até não poder mais! E o Prémio Tuna mais Tuna? Cá está na nossa prateleira! Aquele prémio que tanto nos diz, que mais nos representa e que mais gosto nos dá ganhar!... Aquele prémio que premeia a presença, a tradição, o convívio, o espírito, o ser Tunante, o viver a Tuna! Aquele prémio que nos faz sorrir e gritar até a voz ficar roufenha!
Do Coração do Minho directamente para o Centro da Capital, lá regressámos até à nossa casinha, com a sensação de um grande fim-de-semana terminado, e com uma vontade gigante de fazer e ser cada vez melhores! O céu… é o limite!

Parabéns às afilhadas Cláudia e Dalila e às madrinhas Catarina e Ermelinda, pelo grande passo que foi dado na última noite… Temos mais duas escadinhas, prontas a subir cada vez mais alto! Caloirinhas, agora provem o que valem! O voto de confiança está lançado… Agarraram-se ao instrumento com Força e têm dado à Tuna um grande exemplo de Amizade, Presença, Carinho e Dedicação… tornaram-se uma Feminina de grande Força! E é disso que somos feitas! O primeiro degrau já está subido!
Espero que o bichinho vos tenha atacado a todas! Eu sinto-me com uma força “do caraças” para dar o corpo e a alma neste novo ano que já começou! Quero ver-vos juntas e unidas por este grande laço de Amizade que criámos e criamos em cada dia, cada ensaio, cada actuação, cada prova, cada Festival! A pouco e pouco, cada uma de vocês tem ganho o seu lugar! Não o percam nunca e jamais esqueçam: uma vez Feminina, Feminina até ao fim!

XIII Trovas - A foto-reportagem

Caloiras e Femininas

Bem, estas semanas têm sido incansáveis! Ou melhor… estafantes! Basta olhar para as datas das actuações que já tivemos lá no fundo do Blog e é fácil perceber a desactualização deste nosso espaço virtual!
O natural seria este primeiro post deste ano que aí vem ser dedicado exclusivamente aos caloiros… ou melhor! Às caloiras que entraram neste novo mundo FFULiano! Acreditem que acabaram de começar dos melhores (se não os melhores!) anos das vossas vidas! E felizmente que Bolonha só nos roubou 1 semestre… Porque nem imaginam o quanto pode custar largar esta família! Fala-vos uma finalista que já vê as saudades a surgir!
Certamente já ouviram, através de muitas de nós, para aparecerem nos ensaios, 3as e 5as, nas Catacumbas (não que o nome seja sugestivo), no -1 ou “lá em baixo”! Chamem-lhe o que quiserem, a sala de ensaios e a Tuna estão abertas para vocês! Acreditem que não é preciso saber tocar um instrumento, saber cantar afinado, … o importante é ter o espírito e a vontade para virem ter com as Femininas da nossa FFUL! Acreditem que valem a pena as horas de dedicação, as bolhas nos dedos, as dores de garganta, os fins-de-semana sem parar em casa, as amigas que se conhecem e que se levam para a vida! Não acreditam? Apareçam! Esta Tuna também é vossa! =)

Entretanto a semana do caloiro foi apadrinhada por outras tantas actuações que não dá para passarem despercebidas!
Posso começar pelo casamento da nossa ex-magister, a nossa Macalhona, que entrou no Mosteiro de Alcobaça como uma princesa, com as capas das suas Femininas estendidas antes da longa carpete vermelha que a levou até ao altar, onde cantou “Somos um” com o TAFULiano Zé! Foi uma tarde muito especial, onde o espírito Tunante foi inacreditavelmente unido, entre A Feminina e a TAFUL! Passámos lado a lado uma tarde espectacular e uma noite inesquecível, onde não faltou um brinde em grande uníssono entre as 2 tunas! Foi um momento que há muito não era vivido… Parabéns Maca e Zé… e obrigada!

E por falar em grandes actuações, posso já saltar para a de 11 de Outubro! Grande GRANDE noite em Cabanas de Torres! Infelizmente não puderam estar todas presentes, mas acreditem… Foi espectacular! Obrigada à Teresa pelo convite, às Tunas que actuaram connosco (éramos as únicas Femininas!!) pelo convívio espetacular, ao pessoal da Festa pelas febras, o pão, o vinho, a jolinha e a alegria, às Femininas presentes pelos momentos inesquecíveis!

E porque o texto já vai longo, vou só deixar a promessa de renovar as fotos brevemente!

Próxima Paragem: a linda cidade de Braga, entre o caloroso povo do Norte! Aqui vamos nós! =)

Tournée 2008 - 10 a 15 Setembro


Simplesmente ... Brutal!



Não sei se é da casa, do povo alentejano, de Vila Viçosa ... ou se somos simplesmente nós! Mas que foi um começar em grande, FOI!


Parabéns a todas as Veteranas por mais uma tourné de tanta união, às Caloiras pelos momentos inesquecíveis proporcionados e às Candidatas pela revelação que são!

Venham mais dias como estes!!!

...





Um Parabéns especial à nova Caloira Teresa e à grande Veterana que saiu desta tournée de colher na lapela... Catarina! O Céu é o Limite! =)

Este Ano Fenomenal...

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Porque vocês fizeram todos os momentos valer a pena…
Quem quiser guardar o vídeo (com melhor qualidade), pode fazer o Download AQUI!!!

Festa do Colete Encarnado

Pois é pessoal! Estão-se a aproximar essas grandes noites da Festa do Colete Encarnado! Para quem quer matar a curiosidade, aqui vai o programa! Só para ficarem ainda mais ansiosas pelo fim desta 1ª Época de Exames!

PROGRAMA
4, 5 e 6 de Julho 2008


SEXTA-FEIRA, 4 DE JULHO
11h00 – Animação itinerante no Mercado Municipal e Praça do Município
19h00 – Inauguração da Exposição “Vidas no Tejo. Um Olhar Sobre as Comunidades Avieiras” – Celeiro da Patriarcal
19h30 - Concentração na Praça do Município. Início do desfile para a Missa Rociera
20h30 – Missa Rociera na Igreja Matriz, com a presença de Frei Hermano da Câmara e presidida pelo Padre Victor Gonçalves. A Cerimónia contará com a participação do Coro “Aire d’el Camino”, seguida da actuação dos fadistas de Vila Franca, na escadaria.
21h00 – Animação itinerante nas ruas da cidade com Tunas Académicas (A Feminina!!!!) e outros grupos de música popular.
22h00 – Espera de Toiros seguida de Largada (ai candidatas...)
22h30 – Fado no Palco do Mártir Santo
23h00 – Noite da juventude (Palco da Av. Pedro Victor), com a Banda Musical “Anjos”, antecedida pela Banda Xirabrass. Animação itinerante no Largo da Câmara, Largo Telmo Perdigão e Largo da Misericórdia.Fados no Palco de Mártir Santo

SÁBADO, 5 DE JULHO
9h00 – Feira de Velharias, Coleccionismo e Artesanato Urbano – Jardim Municipal (organização da Junta de Freguesia de Vila Franca de Xira)
10h00 - Concentração de Campinos e deposição de uma coroa de flores no Monumento ao Campino
11h00 – Corrida de campinos e condução de jogos de cabrestos (Campo de treinos do UDV)- Concerto com a Banda do Ateneu Artístico Vilafranquense
14h00 – Prova de Atrelagem de Tradição (Largo Marquês de Pombal – Estação C.P)
16h00 – Homenagem ao Campino na Praça Afonso de Albuquerque (Lg. da Câmara)Desfile de Campinos / Desfile de Atrelagens
16h30 – Chegada a Vila Franca de Xira do V Cruzeiro / Regata da Moita
18h30 – Espera de Toiros seguida de Largada
22h30 – Noite da sardinha assada (Postos Públicos na Rua 1º de Dezembro, junto à Travessa do Araújo e antiga Lota, na Rua Almirante Cândido dos Reis, junto à companhia de seguros e na Rua Serpa Pinto, junto à churrasqueira)
22h30 - Animação itinerante nas ruas e palcos da cidade – Bandas de Rua, Tunas Académicas (A Feminina!!!), Arruada com Grupos de Música Popular, Fado, Sevilhanas/Flamenco e Ranchos Folclóricos ( consultar programa de animação).
23h00/04h00 – Animação musical na Av. Pedro Victor com a Orquestra Espanhola “Loucura Latina”

Ai que noites!!!

II Rosas do Liz


“Leiria vestiu-se de negro e rosa no passado dia 17. O Negro das capas de centenas de alunos que chegaram ao fim desta etapa festejando assim a sua Benção das Pastas e o Rosa do II Festival organizado pela Noctuna, que trouxe a Leiria as tunas no feminino, este ano com o tema "Poesia Cor de Rosa". In Portugaltunas.com

Já o Sol aquecia quando a Tuninha partiu rumo à Cidade de Leiria, para acabar em força o ano de grandes festivais que se viveu em 2007/2008! Depois de um Grande Sarau AEFFUL, sob o tema de Mitos e Superstições a combinar com a 13ª edição (só faltava ser sexta feira!), recordávamos ainda as palmas dos nossos Colegas e as vozes da Aula Magna a acompanharem-nos no nosso sempre aclamado Titula-me!
Chegado o Sábado de 17 de Maio, partimos então para encontrar, à nossa espera, a Noctuna e o guia muito sui generis David, que nos esperavam preocupados com as horas que passavam, dado que, como já é hábito, nos perdemos no caminho! (Iamos lá nós adivinhar que haviam 500 pólos do Politécnico de Leiria espalhados pela cidade!)
Conseguimos ainda almoçar quase todas, antes de partir rumo à Câmara Municipal, na praça em frente da qual os estudantes finalistas abanavam as fitas das suas pastas! Esperava-nos uma Recepção das tunas nos Paços do Concelho por elementos representantes da Câmara Municipal! Apesar dos atrasos (sim, outra vez bolas!!!), lá nos “medalharam” antes de partir para o hilariante Passe-calles que se aproximava! Todas com o seu instrumento (sim, o contrabaixo também foi!!!) e de peruca cor de rosa (a guardar recordações de um grande Rock in Rio 2006), lá fomos nós, ao rigor do Tema do Festival (Rosas do Liz – Poesia Cor de Rosa), animando, divertindo e cantando, sob um Sol descoberto e abrasador! Passámos pela Câmara Municipal, o terreiro, a rua direita, a Praça Rodrigues Lobo, o Jardim de Camões, a Fonte Luminosa, o Teatro Miguel Franco… e em todos os postos esperava-nos algum desafio preparado pela Tuna de Leiria: cantar uma dança com coreografia, em que o nosso Maneio foi acompanhado por um desfile de Finalistas entusiasmado pela música… a Serenata (a nossa Chamateia açoreana!), um quizz sobre Leiria e a Noctuna (obrigada guias pela ajuda!), um lema para o Festival (saiu um Rosas do Liz, o Festival que nos faz Feliz!), etc, etc… a imaginação ao seu mais alto nível, acreditem!

A chegada à Escola Superior de Tecnologia e Gestão deu lugar a um Check-som estranho… sem as ensaiadoras, nem a solista, nem “metade” dos instrumentos presentes, acompanhado ainda da “simpatia” dos J Los lá do sítio que nem vale a pena referir… Safou-se bem a nossa Paisaninha, que nos ouviu do lado da plateia e tratou de tudo! Pousados os instrumentos cansados, a pausa antes do jantar fez-se acompanhar da chegada do resto da maltinha, que entre muito trabalho e queima das fitas, lá conseguiram chegar ainda com uma força enorme para dar 100% à Tuninha! Cansaço? Que é isso??? Bora curtiiiiiiiiiir!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Fomos a 3ª tuna a subir a palco… no Portugaltunas lê-se: «A seguir ao intervalo actuou mais uma tuna vinda do Sul, A Feminina - Tuna Académica da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa. Uma tuna que primou pela alegria contagiante ao longo de toda a sua actuação, em que o principal destaque foi as pandeiretas e os estandartes, além da diversidade musical.»
Eu não poria as coisas assim, vah! Podia falar dos nervos… mas ia cair em cliché… Posso falar dos momentos Cor de Rosa que levámos (o que é que há mais cor-de-rosa que as revistas Maria, Telenovelas, etc?) … Posso falar da nossa Maria Lisboa sob a linda voz da nossa Rita Blue… (lindo)… Posso falar, vah, das pandas e da sempre sensual Lidgy - Estandarte … Posso falar da nossa estreia quase perfeita do Venham mais 5, também =)…
Mas vou deixar-vos só com estes lamirés e um gostinho de “quero saber mais”… Podia falar-vos de mil coisas! Mas vou apenas dizer-vos que aquela nossa união… aqueles momentos do ensaio geral até ao palco… só existem porque todas nós queremos estar ao nível do nosso trabalho! E o trabalho e o esforço são recompensados nos minutos que se seguem, em que a Amizade se mostra o Ponto Forte da Tuna A Feminina! Somos grandes quando estamos todas juntas! E isso… ninguém nos pode tirar!
Um Melhor Estandarte e Melhor Pandeireta, foram os primeiros prémios a encher os braços d’A Feminina em Palco, mas foi o Tuna mais Tuna que me fez dar aquele salto de Euforia! O que eu gostava de vos abraçar a todas nestes momentos…
Foi uma longa espera até ser dito… O Prémio de Melhor Tuna vai para … A FEMININA!!!! E o inexplicável acontece! A alegria foi avassaladora e a invasão de palco inevitável! Nunca um prémio deu lugar a tanta emoção… Ensaiadora, magister, veteranas, caloiras, candidatas, pré-vet!... todas agarradas e a saltar o Quanto A FEMININA DOMINA!!!! Um grande momento! Para recordar!!...

E pronto… seguimos até às nossas caminhas para que algumas pudessem descansar… sim, porque outras… bem! Há segredos que se levam com A Tuna e que apenas podem ficar entre aquelas que os vivem! Desta conversa posso apenas dizer-vos que tiraram 4 Snaititas as suas Meias roxas, para serem “amadrinhadas” e receberem o símbolo de quem é caloira d’A Feminina! Receberam escadinha a nossa ElectroSnaita, Snaita à Chef, BezaSnaita e DámaSnaita! Parabéns meninas! Mais que merecido!
E assim voltámos do último festival deste ano… Passado em Cheio, com grandes novidades, actuações, novos prémios, novas músicas… Enfim. Um ano que desde a nossa Grande TOURNÉ 2007 em Vila Viçosa tem sido recheado de Bons Momentos e Grandes Emoções! E um grande TRAÇADINHO também! =)

Depois do Rosas do Liz, seguiu-se o Grande Arraial das Palmeiras em frente ao Castelinho da nossa FFUL!... Os DentalAwards dos quais já falámos… e ontem foi o sempre Memorável Arraial das Guias da Parede, que a nossa Bofinha nunca esquece de convidar! Uma actuação ao nível dos 2 Golos que deram a vitória a Portugal no seu primeiro jogo do Euro 2008, contra a Turquia!
Próximas paragens a mencionar: Santos Populares em Lisboa e Festa do Colete Encarnado em Vila Franca de Xira! Ah pois é… A Feminina não dorme! =)

Dental Awards

No passado dia 29 de Maio, A Feminina teve o prazer de pisar o palco dos Dental Awards, na Faculdade de Medicina Dentária.

Para além de um grande espetáculo, uma gala vestida a rigor, fomos presenteadas com uma plateia cheia de um público fabuloso! Gostavamos de partilhar com todos os amigos o carinho com que Dentária nos recebeu e que nos lisonjeia através das palavras de um dos professores nomeados nessa noite:

"Em relação ao espectáculo, gostei particularmente da montagem multimédia e da Tuna da FF, que homenageou a nossa linda música tradicional (a do mundo rural em extinção), a nossa cultura (incluindoa língua mirandeza)!! Quando a música é bonita, capta a nossa atenção pela beleza da harmonia e não precisa do amplificador de som para impor-se pelos decibéis."

Um grande OBRIGADA!

Palavras para quê?...

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Porque o Espírito que se vive é impossível de descrever ...

Há momentos que só sentidos se podem explicar!

Por tudo isso... Obrigada Feminina por seres a minha Vida!

Marias 2008

Depois de todo o trabalho, empenho, preocupação e euforia próprios do nosso primeiro festival “Traçadinho”, nada melhor que um convite para o Marias, festival de tunas femininas organizado pela tuna Maria da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa. Para além de muita alegria e animação, prometia ainda avivar o espírito e a união de todas as Femininas.

Rumo à margem sul do nosso Tejo, os nervos para a apresentação do nosso musical, O Fantasma da Ópera, estavam à flor da pele. Combinavam-se os últimos pormenores e faziam-se os últimos acertos, tentando fazer com que as horas dispendidas para o tão esperado momento se concretizassem num perfeito enlace entre Música, Teatro e Canto!

À chegada, tínhamos à nossa espera um jantar de gala. Ocupando 3 grandes mesas redondas, meias roxas candidatas, escadinhas caloiras e Colheres de Veteranas não deram tréguas: a cantoria, os brindes e a animação foram uma constante! O iniciar repentino da apresentação dos Musicais quase não deu tempo para pensar, e os nervos só se começaram a sentir já estávamos nós... no palco! Um Fantasma da Ópera ao jeito da Feminina deu lugar a risos e aplausos da plateia, de onde as Veteranas olhavam com orgulho para Candidatas e Caloiras, que tão bem souberam representar a Farmácia que levam na Lapela.

E porque a noite ainda mal começara a sorrir, seguimos para a festa da FCT, com bandas ao vivo, como os Hi5, que nos animaram a noite e fizeram a Feminina curtir o espírito mais 80’s e mais rockeiro que há em si.

Sábado, segundo dia do festival, seguimos para o outro lado do rio para um almoço que iria proporcionar mais um pouco de convívio entre as tunas. O almoço não se prolongou. Ainda haviam algumas arestas para limar na nossa actuação e precisávamos de um tempinho para ensaiar antes do check som.

Estes momentos mais técnicos e de maior concentração, repercutiram-se numa tarde descontraída e bem animada. E porque a Festa Feminina tinha metade do Pensamento em Sintra, foram algumas Vets e Caloirinha à Paisana dar os Parabéns, de Capa Traçada e Intrumentos na Mão, à Noiva que mais BOMBA!! Fomos até ao casamento da nossa Inês Barata, deixando alguma malta a curtir os work-shops de salsa e kizomba oferecidos pelas Marias! O grande espírito Feminina dos dois lados da nossa Lisboa!

E para quem achou a tarde animada, então foi porque perdeu o jantar! A música, a dança, os risos e a alegria não tiveram fim. Estivemos na companhia da anTUNiA e da ALMATUNA e até um senhor do coro cantou para nós...OLÉ! O jantar acabou com o brinde d’A Feminina, já todas reunidas, para aquele momento que nos dá coragem e pensamento positivo para mais uma actuação!

A hora aproximava-se e finalmente… o palco do Grande Auditório! As luzes acesas mal deixavam ver o público que enchia a plateia… E uma semana apenas de ensaios, devido à inteira dedicação que devotámos ao Traçadinho, deram azo a algum desconforto inicial… mas basta uma troca de olhares, um sorriso, e a intimidade que nos une permitiu-nos superar em conjunto os desafios e obstáculos, fruto de alguma insegurança e nervosismo, naquele sentimento que sempre se perpetua… Como se fosse a primeira vez! Mas A Feminina não larga o Sorriso, e imprime na Música todo o seu amor e dedicação, pelo que a presença foi una até à saída de Palco.

Os grandes nervos da nossa actuação deram lugar a um nervoso miudinho da entrega dos prémios… E o prémio de melhor pandeireta vai para… A Feminina!!! Já todas aguardávamos o dia em que o nosso naipe mais irrequieto iria explodir de alegria e via reconhecido todo o seu trabalho e dedicação (não dissessem elas que são o naipe mais forte!). Um Prémio já há muito merecido! Parabéns a todas as pandas (mesmo aquelas que não puderam estar lá a saltar).

Acham que ficamos por aqui? Naaaaaaaaaaaaa….
E o prémio de melhor solista vai para… A Feminina!!! E dá-se o esperado e desejado moche à Salomé! Ah fadista! Grande esforço...grande dedicação...mereceste este prémio! “seu nome próprio …Maria, seu apelido Lisboa!”… simplesmente lindo! Parabéns Salomé!

E ainda o prémio do canal UP, prémio que esteve em votação na internet e onde o público pôde escolher a sua tuna preferida. Foram votos em massa! Obrigada a todos (e a nós também)!

Também é de dar os parabéns a todas aquelas para quem foi o primeiro festival a concurso, a primeira actuação, ou o primeiro festival a tocar. Estiveram todas muito bem!

Stress e nervosismo ultrapassados, veio a festa. Foi no Dunas que nos juntámos todas e até ao amanhecer curtimos o espírito e culminámos assim um festival muito especial!

Por falar em Especial, chegaram ao Dunas 4 Colherzinhas mirins, que nesta noite de Marias receberam um reconhecimento muito especial! Subiram o último degrau e são hoje Excelentíssimas Veteranas da nossa Feminina! Parabéns pela Dedicação, Presença e Devoção à Tuna! A Tuna já não faz sentido sem vocês, e agora a Responsabilidade é outra! Bem-vindas Excelentíssima Veterana Ana Sofia Antunes, Excelentíssima Veterana Maria Paisana, Excelentíssima Veterana Inês Botas e Excelentíssima Veterana Joana Cruto! Vocês merecem!

Vencedores do sorteio de Rifas do "Traçadinho"

1º Prémio - 2 Packs de massagens Dermoclinics: Marquinhas Colaço
2º Prémio - Cabaz de produtos cosméticos: Fernando Ferreira
3º Prémio - Cabaz de queijos e vinhos: Tânia Mateus (Beza)

Traçadinho - O início

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A Todas as Femininas, e às Tunas Presentes, Obrigada pelo espetáculo!

Traçadinho

Melhor Passa-calles: TUNAFE
Melhor Porta-Estandarte: TUNAFE
Melhor Pandeireta: TFIST
Melhor Instrumental: TFIST
Melhor Solista: TUNAFE
Tuna mais Público: TUNAFE
Tuna mais Tuna: Barítuna
Melhor Tuna: TUNAFE


Melhor Festival: A Feminina!!! =)

Roncos do Diabo no "Traçadinho"

Roncos do Diabo, grupo cúmplice de muitas festas e romarias, representante de diferentes gerações, com um gosto comum - a música tradicional portuguesa. Tocadores de gaitas transmontanas construídas por Mário Estanislau e Victor Félix, gaiteiros de Roncos do Diabo, fazem questão de montar o baile por onde passam, transformando espaços de silêncio em verdadeiros palcos de folia!

Gaiteiros
André Ventura, Mário Estanislau, João Ventura e Victor Félix
Percussão
Tiago Pereira

Para quem se quiser ir deliciando:
http://www.myspace.com/roncosdodiabo
http://zaclitrac.blogspot.com/

Lá estarão... dia 1 de Março no nosso Festival (Traçadinho!), Aula Magna!

Época de Exames

Pois é... estamos a meio da nossa primeira época de exames FFULianos... começam a despertar as saudades da Boa Vida e dos ensaios semanais para descarregar Energias! Aqui fica um desejo de muito Boa Sorte para todas as Femininas, e que a primeira época traga pautas cheias de Positivas para em Fevereiro estarmos a bombar para o nosso Traçadinho!!!

Depois do martírio do estudo... espera-nos um Grande espetáculo na Aula Magna!!

Beijos a todas!!